segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Micos recentes


Esse post era pra ser simplesmente sobre micos, mas eu desenvolvi uma auto-proteção que elimina do meu HD cerebral todo e qualquer mico que eu pago. É sério! Eu puxo pela memória e não consigo lembrar de nenhuma das situações constrangedoras pelo qual já passei. O jeito será falar sobre micos das últimas semanas e dois deles envolvem promoções.

Aceitei pagar um mico internético mandando uma foto minha recém-desperta pra concorrer a um cento de sucrilhos. Só pra vocês terem uma idéia, o nome da promoção era "mal na foto". Não bastasse ter minha foto publicada num blog altamente visitado, tive a dita cuja linkada em uma das comunidades que participo. Pelo menos eu ganhei o suprimento de sucrilhos. O que a gente não faz pelos filhos, né?

A segunda promoção é a mais queima filme EVER. Ganhei um livro do Maluf. Sim, você leu corretamente: uma biografia do Maluf! A verdade é que eu vi a promoção, tive um estalo e respondi. Ia morrer de dó se não colocasse o minha idéia nos comentários.

E agora, um fresquíssimo. Na verdade não é bem um mico, é só mais uma das minhas manezices. Fui até o banco exclusivamente pra fazer um depósito. Aproveitei pra resolver algumas coisas com o gerente e vim pra casa. Quando cheguei em casa percebi que tinha esquecido de fazer o depósito =P Tive que voltar até o banco ¬¬

Vivo fazendo coisas do tipo. Esquecimento e confusão pra mim são coisas super normais.

Já que eu não lembro de muitos micos legais, deixo um link pro episódio do NerdCast onde Alottoni, Sra. Jovem Nerd, Portuguesa e Azaghâl, o anão contam alguns de seus impagáveis micos! NerdCast 88.

E pra completar o mico, vai também o link pro post com minhas fotos: no Brogui.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Amores e vinganças

Enganam-se minhas colegas quando imaginam que apenas mulheres gostam dessas vinganças citadas por elas aqui e aqui. Ao menos eu adoro encontrar a pessoa que não estava nem aí pra mim há algumas eras geológicas atrás, e ver o quanto ela ficou feia!

Aliás, homens tem até uma certa vantagem natural nisso, já que a natureza costuma ser mais cruel com as mulheres, que precisam se cuidar mais para não serem afetadas pelo tempo.

Mas, infelizmente, fui criado numa cidadezinha do interior, onde parece que o pessoal que hoje tem a minha idade não é muito fã dessa tal novidade chamada Internet. Sim, sim, a Internet até que já chegou lá. Mas não pra todos, pelo visto. Não tenho como encontrar essas hoje já não tão moças no Orkut e ver o quanto embarangaram, quase como se fossem vítimas de uma praga gumpesca.

antiga_paixonite

Uma antiga paixão... olhe o que se tornou!

Mas de algumas eu soube disso, ou mesmo vi com meus próprios olhos, numa rápida passagem por lá depois de muitos anos. Todas com seus 30 e poucos, e lindos corpinhos de 50 - e não são corpos como os da Madonna ou da Christiane Torloni, eu garanto! Uma delas eu juro que ficou, além de umas boas dezenas de quilos mais gorda, com cara de cavalo!

Mas é uma pena que eu não posso saber mais. Eu sofria com uma grande maldição no tempo da escola, e teria muitos perfis para vasculhar e ficar feliz com a feiura alheia, de forma vingativa, uma por cada frustração.

Comecemos do princípio. Eu não tive a fase "Meu primeiro amor" na infância, pois desde criança já era tímido, nerd, e ainda por cima quase-autista. Não teria a menor chance. Mas lembro de diversas paixonites por meninas que nem sonhavam que estavam em meus sonhos. Essas paixonites me davam muitos frios na barriga ao cruzar com a vítima musa da vez (meu coração era promíscuo e eu me "apaixonitava" 3 vezes ao dia). Mas não passava disso.

No princípio da adolescência, meu coração ficou mais fiel. Era uma paixonite grande por ano. E eu também tinha sempre algum melhor amigo. Adivinha qual o resultado?

Não, mente depravada! Não tinha homoboiolagem com meu melhor amigo. O que acontecia era que, por meio da minha pessoa, minha musa conhecia meu melhor amigo e ambos começavam a namorar. Aconteceu em todos os anos da quinta à oitava série. Aliás, acho que foi por isso que no segundo grau eu passei a ter apenas amigos nerds. Eles eram tão "pegadores" quanto eu!

Mas seria bom ver todas essas meninas hoje em dia, e saudar:

- Bom dia, baranga!

espanta_mule_feia2

Cartaz feito especialmente para as ex-musas, de 1 a 2 décadas atrás, do Gump

Não interessa que a culpa era minha por ser nerd. De alguma forma eu me sinto melhor em saber que o tempo me vingou.

Mas, por falar em tempo e vingança, acho que existe realmente uma maldição gumpesca sobre minhas ex(-trumes). Se uma relação termina de uma forma não muito feliz, com mágoas da minha parte, o tempo realmente cura: basta esperar e ver de camarote a moça se estrepar sozinha. Ser corneada, sofrer por amores não correspondidos, ser mal interpretada, ser usada. Sempre acontece, não falha.

É uma delícia!

diabo
Gump, em auto-retrato

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Meu Primeiro Amor

O primeiro amor, é como primeiro sutiã, a gente nunca esquece.
Para alguns, ele chega mais cedo, para outros muito tarde, e há quem jure que irá morrer sem nunca ter amado. O fato é que, o meu aconteceu bem cedo, álias, cedo demais, quando eu tinha pouco mais de um metro de altura.


Me lembro como se fosse hoje...Talvez pelo fato de que diferente daquele filme, onde o Macaulay Culkin era um doce loirinho, amiguinho da menininha que era malvada com ele, meu primeiro amor nem sabia que eu existia...
Seria trágico, se não fosse engraçado!
Anos depois, por mera curiosidade, eu digito seu nome na busca do orkut (sim, meninas frustadas por paixão de infância, nunca esquecem o nome do malditinho que quebrou seu coração, mesmo que ele nunca tenha sabido dessa paixão), e bingo!
Eis que surge a foto daquele sapo, ops, daquele que foi um dia meu príncipe encantado.
Qual minha reação??
Ri por dentro e pensei ao olhar para cara do fulaninho: Se fodeu!Cresceu, e virou um canhão!!! hehehehehe



Essa é uma das maldades femininas, que afloram instintivamente, mesmo quase 30 anos depois.

Depois disso, colecionei mais uma dezena de amores-escolares-platônicos-mal-sucedidos,mas o interessante, era como minha forma de lidar com isso era sempre tão diferente.
Um dos meninos que mais gostei, também foi o que mais bati na época de escola. O garoto por quem mais sofri, foi o que mais rápido esqueci.



Hoje ainda, vejo que nada mudou, só a idade, as rugas, e o fato de não frequentar a escola, mas no fundo gostar é sempre gostare o dedo é sempre podre.